Tira-se o hífen – Para ouvir e meditar

TEDx – intervenção de Zé Pedro Cobra, simplesmente espetacular … um interveniente que é cá dos meus…

Publicado em Arte | Deixe o seu comentário

Sabe escolher telas quando pinta?

Quando for pintar sabe que tela há-de escolher? Caso tenha dúvidas eu dou umas dicas. Siga-me em “Partilhe de saberes

Telas

Publicado em Arte | Tags | Deixe o seu comentário

Festival de Cannes abre com “The Great Gatsby”

Festival de Cannes abre as portas a 15 de Maio e encerra a 26,  com uma seleção de 18 filmes e com Steven Spielberg a presidir como júri.

Anunciam-se como filmes participantes

*The Great Gatsby, de Baz Luhrmann
*Zulu, de Jérôme Salle
*Only God Forgives, de Nicolas Winding Refn
*Borgman, de Alex Van Warmerdam
*La Grande Bellezza, de Paulo Sorrentino
*Behind the Candelabra, de Steven Soderbergh
*La Venus a la Fourrure, de Roman Polanski
*Nebraska, de Alexander Payne
*Jeune et Jolie, de François Ozon
*La Vie d’Adele, de Abdellatif Kechiche
*Wara No Tate, de Takashi Miike
*Soshite Chichi Ni Naru, de Kore-Eda Hirokazu
*Tian Zhu Ding, de Jia Zhangke
*Grisgris, de Mahamat-Saleh Haroun
*The Immigrant, de James Gray

The_Great_Gatsby_7     Nerdspan-movies-most-anticipated-of-2013-only-lovers-left-alive Nerdspan-movies-most-anticipated-of-2013-only-god-forgives     nebraska-will-forte-bruce-dern Low-Life-23Jul2012

Publicado em Arte | Deixe o seu comentário

Viagem a Israel

Israel: território abençoado por Deus e amaldiçoado pela cobiça dos homens… vejam a minha reportagem fotográfica

2013-04-23 14.04.35   2013-04-23 11.06.46

Publicado em Arte | Tags , | Deixe o seu comentário

Fazer um retrato…nada mais simples

Quem não gostaria de pintar um retrato? Com ou sem jeito não há como tentar. Proponho aqui um exercício e algumas dicas…em 10 passos! Vejam na minha página “Partilha de saberes”

Retrato1    Retrato10

Publicado em Arte | Tags | Deixe o seu comentário

Quem disse que não é possível?

Os portugueses são de facto um povo pequeno, no pleno sentido da palavra. Sinto-me rotulada, e é triste. Sempre posta a baixo quando eu quero acreditar que ainda vale a pena, são os meus colegas do lado que derrubam as nesgas de esperança. Não há hipótese!

Mas afinal do que é que estou a falar? A divagar? Não, não estou! Encontrei um artigo muito caricato sobre uma aldeia ecológica no Alentejo: Tamera, E RECENTE (em plena crise!!!!). Aí, uma comunidade, maioritariamente de estrangeiros (claro, só podia), fixou-se e cresceu a partir da implantação de um projeto do chamado Centro Internacional de Pesquisa para a Paz. As bases de trabalho e de alimentação são a água e a energia solar.

Afinal sempre me disseram que era muito difícil implementar um sistema desses…conversa de portugueses e de derrotados, claro.

web_EPG_SDV_100524_019_440  sunpulse_with_JK_04     scheffler_TF1  adl4_01

http://www.tamera.org/index.html

Publicado em Arte | Tags , , , , , | Deixe o seu comentário

Ideias para passear

Hoje é Domingo e a com a primavera à porta e os dias maiores, deu-me subitamente uma vontade de passear. Andar por aí a sentir o ar fresco na cara, sem rumo, apenas pelo simples prazer de saborear o momento. As férias ainda estão longe, mas porque não planear já algum roteiro? Procurei e encontrei isso:

20 tesouros menos divulgados do nosso património …

1 – Eterna TrajanoA ponte romana de Chaves mantém praticamente intacta a estrutura original. Desde a sua construção (fim do séc. I, início do séc. II), a ponte de Trajano, em Chaves, mantém praticamente intacta a estrutura. Acrescentaram-se talhamares, pilares para iluminação, alterou-se o tabuleiro (até há poucos anos ainda passavam carros) e as guardas, hoje de ferro, renderam, em finais do séc. XIX, as de pedra (colocadas, por certo, já na Idade Média). Esta ponte é sinal da importância de Aquae Flaviae no império romano, quando ficava na via que ligava Braga a Astorga. No séc. XVII, a ponte ruiu parcialmente – para reerguer-se logo depois. PonteChave

2 – Fortaleza e ponte de Valença. Cinco quilómetros de perímetro amuralhado, concluído no séc. XVIII, fazem a mais importante fortaleza do Alto Minho. As pequenas ruas, no interior, fervilham com comércio. No edifício da antiga câmara municipal e cadeia, fica o museu com o espólio arqueológico do concelho, além de informações acerca da fortificação medieval. Dali se avista a ponte metálica sobre o rio Minho, ao estilo Eiffel, por onde os peregrinos do caminho de Santiago fazem a travessia para Espanha.

3 – Castelo de Bragança. É marcado pela imponente torre quadrangular e por uma cintura de muralhas com vários torreões circulares, do séc. XV. Na torre de menagem, está instalado o museu militar. Dentro da cidadela, há o Domus Municipalis, um monumento da arquitetura civil românica, que se presume ter origens no séc. XIII. Com uma planta pentagonal, possui dois corpos distintos – a cisterna (no piso inferior) e a ampla sala de reuniões do conselho municipal, com belas janelas em arco.

4 – Terra dos Bracarus. A Citânia de Briteiros é um expressivo povoado proto-histórico ibérico. Um dos mais expressivos povoados proto-históricos da Península Ibérica, habitado pela comunidade dos Bracarus. Para as crianças, uma verdadeira aldeia de Astérix, no alto do Monte de S. Romão, com uma vista privilegiada das redondezas.

CitaniaBriteiros

5- Mosteiro de Tibães. A igreja, grandioso templo do barroco, ou a cerca conventual, pela riqueza da fauna e da flora, tornam Tibães num local de visita obrigatória. O projeto de recuperação permitiu a instalação de uma hospedaria e de um restaurante, geridos pelas Missionárias da Imaculada, e de um centro de estudos de ordens monásticas.

6 – Mosteiro de Santa Maria das Júnias. As ruínas do mosteiro beneditino, fundado no séc. XII, estão isoladas no belo vale da ribeira de Camposinho, em Montalegre. Apesar das portas fechadas, o passeio é recompensador, seguindo as sinalizações, a partir do cemitério, às portas de Pitões das Júnias. Aconselha-se uma caminhada pelo carvalhal do Beredo, até se chegar a um passadiço de madeira, que conduz a uma varanda com uma vista privilegiada de uma cascata, com cerca de 30 metros de altura.

PitoesDasJunias

7 – Aldeia com pergaminhos. Entre o Douro e a serra da Estrela, Marialva apresenta os seus trunfos. Primeiro, veio a classificação como aldeia histórica, nos anos 1990. Depois, foi inaugurada a guest house Casas do Coro, colada ao castelo, que converteu casinhotos simpáticos, de granito, em unidades de turismo requintadas, que se mesclam com a povoação. Dividem-se as opiniões sobre qual dos acontecimentos contribuiu mais para a divulgação de Marialva, sede de concelho até meados do séc. XIX (quando foi incorporada no de Meda). Mas não estamos perante um turismo de massas. Longe disso. Nas ruas quase desertas, parece que se descobre um segredo bem guardado.

8- Fortaleza de Almeida. Após a restauração da independência, em 1641, avançou-se ali com a construção de fortificações abaluartadas. Na sua versão final (1747), a praça-forte de Almeida era uma estrela de 12 pontas. Com as invasões francesas, foi parcialmente destruída, após a explosão de um paiol, em 1810. É envolvida por um fosso de 12 m de largo, ao longo de um perímetro de 2,5 km. O monumento tem, no seu interior, edifícios dignos de visita.

9 – Castelo da Feira – É tido como um dos mais belos de Portugal. As suas torres pontiagudas destacam-no de outras fortalezas de traça mais comum. É ainda considerado um dos melhores exemplares de arquitetura militar defensiva utilizada entre os séculos XI e XVI.

10 – Ruinas de Conímbriga. Escavações revelaram que foi habitada entre os sécs. IX a.C. e VIII. Constituem uma das maiores povoações romanas de que há vestígios em Portugal, e estão abertas ao público desde 1930. Entre os diversos edifícios, destaque para o anfiteatro, com capacidade para 4 mil pessoas. No seu museu estão expostos vários objetos, após complexos trabalhos de restauro.

11 – ´Perola`recheada de História. O Mosteiro de Salzedas é uma maravilha arquitetónica de origem cisterciense. O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas é uma maravilha arquitetónica de origem cisterciense, localizado no concelho de Tarouca (Viseu). Parte do conjunto monástico desapareceu, mas na área sobrevivente ainda se notam vestígios românicos, góticos e maneiristas. Também é testemunhável o inteligente uso que os monges faziam da água, servindo-se da torrente do rio Torno, que atravessa a cerca do antigo mosteiro.

12 – Mosteiro de Arouca. Pode ter sido fundado no séc. X, mas só no séc. XII recebeu o foral que lhe permitiu tornar-se num importante centro religioso. Este mosteiro cisterciense alberga um museu de arte sacra e, na igreja, o órgão do séc. XVIII é um dos mais importantes da Península e foi recuperado há três anos. D. Mafalda, filha de Sancho I, viveu no mosteiro, e seria beatificada, em 1792, pelo Papa Pio VI. O edifício atual remonta ao séc. XVII.

13 – Um museu ao ar livre. Em Idanha-a-Velha, corre-se o risco de, a cada passo, tropeçar num achado arqueológico Muito próxima da fronteira, Idanha-a-Velha faz parte da rota de 12 aldeias históricas do centro do País. Mais parece um museu a céu aberto, onde, a cada passo, se corre o risco de tropeçar num achado arqueológico. Transposta a porta norte, surge o maior solar da aldeia, a Casa Marrocos. Um pouco abaixo, junto à Sé, encontram-se expostos mais de cem epígrafes, que constituem a maior coleção do País e permitem identificar famílias romanas que ali viveram. Mas o espólio da aldeia é vasto, incluindo, até, um lagar de varas artesanal, que foi totalmente recuperado e está apto para voltar a trabalhar.

14 – Palácio do Conde de Oeiras. A mansão do Marquês de Pombal foi construída na segunda metade do séc. XVIII. Barroca, a residência de férias do marquês destaca-se pelo traçado geométrico dos jardins (abertos todos os dias) e pela opulência dos seus interiores (para ver os estuques requintados e os azulejos é necessária marcação na Câmara de Oeiras). No jardim atravessado pela ribeira da Laje há, ainda, a Cascata dos Poetas, os lagares de azeite e a adega da quinta.

PalacioCondeOeiras

15 – Entre o sagrado e o profano. A biblioteca do palácio de Mafra é considerada uma das mais belas do mundo. A luz espreita pelas frinchas das portas, o dourado dos livros sobressai. Lá está a Bíblia em várias línguas, enciclopédias de costumes, livros de viagens – mas também obras de medicina, filosofia ou literatura. Chão em mármore, estantes em estilo rococó, a biblioteca tem 88 metros de comprimento e testemunha a extensão do conhecimento ocidental dos sécs. XIV a XIX.

16 – Casa (des)encantada. Chalé e o Jardim da Condessa d’Edla - Um tesouro recuperado em Sintra, que parece saído das histórias dos Irmãos Grimm. Sentimo-nos a regressar à infância, como uns Hansel e Gretel improvisados a descobrir a cabana de chocolate: sobe-se a serra, circunda-se a vegetação, sentindo os aromas dos musgos, e descobrimos a casa com janelas ogivais e tetos picotados, estranhamente semelhante a um chalé alpino, e adormecida no tempo como um antigo postal romântico. De perto, descobrimos um bizarro trompe l’oeil: as paredes de madeira são feitas de alvenaria; as molduras, cornijas, beirados e varandas são revestidos de cortiça virgem.

ChaletCondessa

17 – Alentejo romano.  Miróbriga terá sido um centro de peregrinação ou uma cidade provincial? A dúvida mantém-se até hoje. É dentro da herdade Chãos Salgados, em Santiago do Cacém, que as ruínas romanas de Miróbriga se preservam. No moderno Centro Interpretativo começa a viagem ao tempo dos romanos, a partir de uma encruzilhada formada por dois eixos viários principais: o cardo e o decumanus. A sul ficam as termas; para norte, o fórum e a zona comercial; a oeste, as habitações. Cidade romana com 10 a 12 hectares, onde moraram 2 500 celtas, Miróbriga foi talvez habitada desde, pelo menos, a Idade do Ferro até ao séc. IV, embora só emergisse no séc. XVI, quando o humanista André de Resende retomou as referências do escritor romano Plínio, citando uma povoação chamada Merobrica. Nas domus, casas dos mais abastados, as divisões com poucas janelas espalhavam-se em redor do átrio central, por onde entrava a luz.

18 – Evoramonte. Se procura sossego, encontra-o aqui, no concelho de Estremoz. Numa terra carregada de história, no alto de um monte, as casas foram construídas dentro das muralhas, e duas pacatas ruas fazem a aldeia. Evoramonte está, aliás, integrada na Rede Europeia de Aldeias Turísticas.

Evoramonte

19 – A outra jóia de Sagres… é uma igreja completamente forrada de azulejos setecentistas. No centro da Vila do Bispo, a Igreja Matriz, pequena e branca, com um contorno em amarelo na fachada e na torre sineira agregada, encanta-nos com a sua nave completamente revestida, no interior, por azulejos setecentistas. Estes bonitos exemplares de cor azul e branca foram ali colocados em 1715, no reinado de D. João V, mas são provenientes de Lisboa. O seu padrão é muito semelhante a outros com origem na capital e, no Algarve, não existia nenhuma fábrica desta arte. Têm uma temática profana, com dois tipos de painéis. Na parte mais próxima do chão, encontramos figuras femininas, dragões, jarrões de flores. Na parte superior, a azulejaria que vai até ao teto é composta por painéis harmónicos, com uma decoração vegetal, fazendo lembrar a padronização de um tapete. São próprios da época barroca.

20 – Faro ‘desconhecida’. A capital algarvia possui um rico microcosmo histórico. Na chamada Vila-Dentro, em Faro, existe um outro mundo. É rodeada por uma cintura de muralhas, onde outrora chegava a água do mar. Só em finais do séc. XIX, com a criação das linhas ferroviárias, é que a água deixou de bater nas fortificações. Com uma área de cerca de sete hectares, ali se concentrou o poder até à atualidade. O percurso pode ser iniciado pelo Arco da Vila, edificado a pedido do bispo D. Francisco Gomes do Avelar, que foi muito importante na reconstrução da vila, após o terramoto de 1755. Já no interior, vislumbra-se um portal em ferradura, de origem árabe, a porta original. Por cima da Porta da Vila, está a Ermida da Nossa Senhora do Ó, mandada construir pelos mareantes. Tem associada uma lenda que remonta a Afonso X, segundo a qual os muçulmanos atiraram a imagem da virgem ao mar, fazendo com que todos os peixes desaparecessem. Quando a recuperaram, os peixes voltaram.

Publicado em Arte | Deixe o seu comentário